quinta-feira, maio 27, 2010

MAIS IMAGENS...



rosmaninhal..."on the road"

quarta-feira, maio 26, 2010

DEAMBULAÇOES PELAS TERRAS DO ROSMANINHAL




fruto da preparação, desenho e organização do percurso temático que vai acontecer no proximo domingo (enquadrado nas festividades da celebração dos 500 anos do foral e da feira anual de gado), fizemos uma atenta incursão pelas paisagens (sempre pastoris) do rosmaninhal. a altura é mágica, liberta-se dos campos mil vezes floridos, uma aura e uma intensa efervescência nómada. a quem lhe interessar a "viagem", fica o convite...

segunda-feira, maio 24, 2010

sexta-feira, maio 21, 2010

O INICIO DE UMA NOVA ERA: VIDA ARTIFICIAL


(mogadonia)


amplia-se a urgência de todo um campo de debate:

onde se posiciona Deus?

quinta-feira, maio 20, 2010

(tatiana plakhova)

(...) até a noz mais oca quer ser partida...

f. nietzsche

quarta-feira, maio 19, 2010

A NOITE DOS MUSEUS NO CENTRO CULTURAL RAIANO




"saca-sons", zebreira.

celebrou-se ontem a noite dos museus no centro cultural raiano (ccr) com musica tradicional da região. o mote temático (a harmonia social) foi ir ao encontro de um conjunto de tocadores de instrumentos tradicionais e trazê-los com os seus respectivos instrumentos para um contexto de partilha. com a proximidade gerada pela envolvência sonora o ccr trouxe para a "ágora" a sua comunidade que deste modo (re)visitou parte da sua memória colectiva ligada aos contextos festivos.

adenda - uma nota de destaque para este grupo de música tradicional, "saca-sons", pelo empenho demonstrado em valorizar e divulgar este extraordinário instrumento, a sarronca, ligado ao ciclo pastoril da região.

domingo, maio 16, 2010

NOITE "ORALIDADES", BEVANO EST



aconteceu ontem, no forum cultural, em idanha-a-nova, este brilhante concerto dos italianos "bevano est".

sábado, maio 15, 2010

MAGIA


idanha-a-nova, 2010


magia:


eram seis horas da tarde e nós os escolhidos pelo arco-íris morriamos sem lágrimas

quinta-feira, maio 13, 2010

EM MONSANTO, NA SENDA DO "MENÉRIO"


houve, de facto, um tempo (1940-50) em que o concelho de idanha-a-nova foi palmilhado e explorado por grupos de pessoas que procuravam enriquecer rapidamente, ou pelo menos, ganhar amplamente mais, do habitual, num curto espaço de tempo. pois estavam práticamente entregues ao trabalho assalariado dos campos onde apenas ganhavam "comedias" para basicamente sobreviver. como muitos autores escreveram, tratou-se da "febre do volfro". é precisamente com este contexto histórico em mente que movimento esforços para ouvir os seus principais actores. tal como a foto ilustra, hoje, em monsanto, tive a oportunidade de ouvir atentamente a Ti Maria: "no tempo do menério só ali num campo andavam ai umas 20 pessoas tudo a abrir poças. eu andava lá com o mê pai e a minha mãe e ódepoi tinhamos que dar um tanto daquilo que terevamos, uma quantia à dona do terreno*".

*nota - a opção da transcrição original, sem qualquer modificação ou alteração, têm sempre que ser lida mediante os contextos da sua proveniência, isto no sentido sempre da valorização destes mesmos contextos sociais.

terça-feira, maio 11, 2010

CELEBRAÇÕES, ROSMANINHAL




o rosmaninhal celebra os 500 anos de atribuição de foral. a data escolhida para comemorar esta efeméride foi o fim-de-semana da realização da remota feira anual de gado. a titulo pessoal e respeitando a efeméride da celebração do dito foral, prefiro colocar toda a enfase nesta feira de gado, pois traduz (embora já num estado débil) uma prática, a actividade pastoril, que estruturou a maioria da comunidade em torno de uma paisagem. é precisamente em torno deste relacionamento/ligação às paisagens circundantes que a comunidade (re)memoriza: aqui e ali ouvem-se histórias, silêncios, constrangimentos, fantasias, etc. a própria exposição do animal despoleta todo um fascinante campo de discursos (identitários) que importa captar, mesmo se à luz das novas lógicas, onde este é admirado como um mero actor, em deterimento do seu valor meramente economico. quanto a mim, são estas as reais razões que nos fazem aumentar o fascinicio da (re)visitação a estas práticas hoje renovadas por outros "olhares" de valorização, nomeadamente, o dos patrimónios.

sexta-feira, maio 07, 2010

INSTALAÇÃO NO CENTRO CULTURAL RAIANO







para o despoletar de uma multiplicidade de olhares criticos perante um tema (intifada) pertinente de ser (re)visitado à luz de outros sentidos criativos e a partir de outras confluências territoriais que remetem amiúde para margens, limites, periferias, fronteiras, etc...a presença do próprio arame farpado assume uma força de imediato constrangimento, de opressão...visite-se e produzam-se olhares criticos...

quinta-feira, maio 06, 2010

ARTE NO CENTRO CULTURAL RAIANO





visite-se com todo sentido de urgência...

domingo, abril 11, 2010

NA SENDA DE OUTROS MUNDOS...

(claytonjunior)



parto em busca de outros mundos. talvez regresse com a clara visão dos alucinados azuis da tão amada liberdade livre. até lá mantenham-se a salvo de todas as idolatrias capitalistas e que os dias vos sejam abençoados...


quinta-feira, abril 08, 2010

SR. ANTÓNIO, TESTEMUNHO


"começei no negócio no dia 3 de janeiro de 1944. esta loja primeiro foi aberta lá para cima onde lhe chamam o curral concelho, era ainda solteiro. depois casei e vim ali para aquele redondo que está ali, que era a casa dos meus sogros. depois dali fiz aqui esta casa e vim para aqui, até hoje! esta casa acompanhou muitos tempos dificeis. o mais dificil foi em 1949. faltava dinhero, não havia denhero, a gente vendia e as pessoas ao fim do ano é que pagavam. isto era um choque muito grande, os que tinham denhero aguentavam, os que não tin ham íam ao ar. as pessoas não tinham denhero, depois eu tinha pena deles e lá fiava até que viesse o verão e fossem fazer as ceifas e depois aviavam os trigos e as cevadas, depois vinham a dar a semente para compra." (sr. antónio, 92 anos, comerciante, rosmaninhal)

só com a ajuda destes testemunhos de vida e dos seus respectivos manuscritos é que conseguimos perceber na íntegra a história social das comunidades. com eles é possivel reflectir criticamente sobre a vivência social das comunidades e assim problematizar o tempo e o espaço vivido. os testemunhos orais fazem-nos deslocar o olhar da hegemonia do objecto-património, mudo, para todo um fecundo campo de tensões, ansiedades, fantasias, etc.

quarta-feira, abril 07, 2010

A MORTE DO COMERCIO TRADICIONAL OU A RECONFIGURAÇÃO?








soube na semana passada que esta loja tradicional, do sr. antónio, localizada no rosmaninhal, fechou definitivamente. depois de cerca de 60 anos ao serviço da população, encerrou de vez as suas portas. em idanha-a-nova foi a tradicional mercearia do sr. manel do "lugar", também esta com cerca de 50 anos ao serviço da comunidade. percebemos que são as novas lógicas (algumas impostas pelo idiota "policiamento" duma asae "caciquista" ) que impõem mudanças, reconfigurações aos territórios agora sob o signo das patrimonializações. porém, urge (re)pensar estes espaços de memória, urge dirigir-lhes um "olhar" critico e problematizante: o que fazer com eles? como se problematizam estes espaços? que museologia pode ser feita? será que através deles se poderia pensar e discutir as causas da sua "morte"? que (re)configurações em termos quotidianos se equacionam? o que se altera nos percursos quotidianos da compra e da venda? e as sociabilidades, alteram-se? e as novas superficies industriais, são culpadas?

terça-feira, abril 06, 2010

INCOMPREENSÃO E OBSCURANTISMO, EM TORNO DO MUSEU NACIONAL DE ARQUEOLOGIA


a onda de incompreensão cresce em torno do que querem fazer (os interesses obscuros) do MNA.
(quanto a mim é obscurantismo cultural puro e duro)

domingo, abril 04, 2010

A BOA-NOVA

(elma)


recuperem o super-espanto...

OS SUPER-PÁSCOA-ALELUIA





para os sedentos de sangue. para os que nunca perdoam. para os que acham que viver é condenar. para os super-páscoa-aléluia...

sábado, abril 03, 2010

TOMAI CONTA DAS MINHAS OVELHAS




tomai conta das minhas ovelhas. que aqueles que se encheram de esperança a não percam.



(g. messadié, idem)

A RESSURREIÇÃO


lembrai-vos, o fim é o começo
(g. messadié, idem)