sábado, dezembro 15, 2007

AINDA A GAITA DE FOLES...



A dimensão festiva pautada pela sonoridade da gaita-de-foles.

3 comentários:

Anónimo disse...

Lembro-me dos círios andarem de porta em porta , música contra foguete. Contada a »dádiva» pelo preço do direito a foguete. Nas casa enlutadas ou com filhos na guerra colonialista , não se tocava nem a gaita , nem o bombo...
Depois havia a festa , a da sra da Atalaia, perto do Montijo, casas de de comer , dormir, e dançar é o baile de roda na Fonte da Senhora, ao nascer do sol .Havia arrematações e os camponeses tinham seus brios como os lavradores mais abastados, no dia seguinte a entrega da bandeira .
E tudo isto só par dizer, como os instrumentos musicais me podem ajudar indirectamente a compreender as migrações internas, e de entre elas o meu lado paterno, caramelo, dividido entre uma família de raizes assentes há séculos e outra com o século19 ! Grato pela janelas que vai abrindo.
Há muitos anos que não vou a esta festa , sempre no final do mês de Agosto, O que reconhecerei dela !

um abraço JoséRMarto

Anónimo disse...

Lembro-me dos círios andarem de porta em porta , música contra foguete. Contada a »dádiva» pelo preço do direito a foguete. Nas casa enlutadas ou com filhos na guerra colonialista , não se tocava nem a gaita , nem o bombo...
Depois havia a festa , a da sra da Atalaia, perto do Montijo, casas de de comer , dormir, e dançar é o baile de roda na Fonte da Senhora, ao nascer do sol .Havia arrematações e os camponeses tinham seus brios como os lavradores mais abastados, no dia seguinte a entrega da bandeira .
E tudo isto só par dizer, como os instrumentos musicais me podem ajudar indirectamente a compreender as migrações internas, e de entre elas o meu lado paterno, caramelo, dividido entre uma família de raizes assentes há séculos e outra com o século19 ! Grato pela janelas que vai abrindo.
Há muitos anos que não vou a esta festa , sempre no final do mês de Agosto, O que reconhecerei dela !

um abraço JoséRMarto

Eddy Nelson disse...

Caro José Marto

É sempre um prazer a partilha de saberes e experiências. Relativamente à festa da Atalaia e seus respectivos círios, fez-me lembrar um trabalho de Luis Marques, "Tradições religiosas entre o Tejo e o sado. Os círios do santuário da Atalaia". Trata-se de um trabalho onde a dimensão festiva local é problematizada sob inúmeros aspectos.

Um abraço e bem haja pela vistita